Deli · Mistérios e lendas
Djinns, portões de sangue e uma sultana perdida
Délhi foi destruída e refundada tantas vezes que suas ruínas parecem ter vida própria. Neste roteiro caminhamos das ruínas de Firozabad, onde toda quinta-feira se deixam cartas aos djinns, até a Jama Masjid. No caminho passamos por um portão com fama de sangrento, pelo túmulo de um santo «do deserto» e por um sepulcro que talvez não seja de quem diz ser. Em cada parada separamos com cuidado o que está documentado do que se conta.
- 5 paradas
- 2,9 km
- 2 h
- Grátis

O percurso
Parada a parada
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1
Feroz Shah KotlaRuínas de um sultão do século XIV, uma coluna de Ashoka que ninguém soube ler por séculos e cartas endereçadas aos djinns.
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2
Khooni Darwaza, o Portão SangrentoUm portão do século XVI cujo nome só aparece em 1857, quando um oficial britânico matou ali três príncipes mogóis.
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3
Portão TurkmanO portão sul da Velha Délhi leva o nome de um santo sufi que viveu aqui quando tudo isto era deserto.
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4
Túmulo de Razia SultanUm pátio minúsculo num beco guarda, talvez, a única mulher que reinou como sultana de Délhi.
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5
Jama Masjid: relíquias e uma taça lendáriaA mesquita leva o nome de uma taça mítica que mostrava o mundo inteiro e guarda relíquias atribuídas ao Profeta.
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O que você vai descobrir
Djinns, portões de sangue e uma sultana perdida
Os djinns de Délhi
Uma devoção viva e surpreendente que os antropólogos estudaram nas ruínas de Feroz Shah Kotla.
Documento e tradição
Sempre distinguimos o que está comprovado do que se conta, para curtir o mistério sem confundi-lo com a história.
A Délhi que não aparece nos guias
Becos, portões e túmulos que quase nenhum visitante procura, a poucos passos dos grandes monumentos.
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