Você está na avenida que a Exposição Universal de 1900 abriu entre o Sena e os Champs-Élysées. Para aquela exposição, que recebeu dezenas de milhões de visitas, foram erguidos estes dois palácios, um diante do outro, como um cenário permanente.

1Um esqueleto de ferro vestido de pedra

O Grand Palais combina duas épocas: fachadas clássicas de pedra, colunas e estátuas, e por trás uma nave de ferro e vidro enorme, uma das maiores coberturas envidraçadas da Europa. Vários arquitetos trabalharam nele, entre eles Henri Deglane, Albert Louvet e Albert Thomas, sob a coordenação de Charles Girault. Já recebeu salões de arte, salões do automóvel, concursos hípicos e, nos Jogos Olímpicos de 2024, as provas de esgrima.

2O pequeno grande museu

Em frente, o Petit Palais, obra do próprio Girault, é hoje o Museu de Belas-Artes da Cidade de Paris. Seu portão dourado e seu jardim interno, com colunas e mosaicos, estão entre os cantos mais agradáveis do bairro. O acervo vai da Antiguidade ao século XX, com obras de Rembrandt, Courbet e Monet.

Depois de uma longa restauração, o Grand Palais reabriu totalmente em 2025.

3O que observar

  • As quadrigas de bronze nos cantos do telhado do Grand Palais, obra de Georges Récipon.
  • O portão monumental dourado do Petit Palais.
  • A estátua de Winston Churchill, de Jean Cardot, que dá nome à avenida.

Documentado

Os dois palácios foram construídos para a Exposição Universal de 1900; o Petit Palais é o Museu de Belas-Artes da Cidade de Paris.

Fontes e créditos

Grand Palais, site oficial (história do edifício); Petit Palais – Musée des Beaux-Arts de la Ville de Paris (Paris Musées); Ministério da Cultura da França, base Mérimée.

Fotografias:

  • A cobertura de vidro do Grand Palais atrás dos postes da ponte Alexandre III: Eric Pouhier, CC BY-SA 4.0.

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