Singapura · História
Sultões, mercadores e deuses: de Kampong Glam a Little India
Antes de virar potência financeira, Singapura foi um porto onde se cruzavam sultões malaios, armadores bugis, comerciantes árabes e trabalhadores vindos da Índia. Este roteiro liga Kampong Glam, o bairro que o tratado de 1819 reservou ao sultão, a Little India, onde ainda se sente o cheiro de especiarias e de guirlandas de jasmim. São seis paradas para entender como a cidade foi dividida e quem a construiu.
- 6 paradas
- 2 km
- 1 h 50 min
- Grátis

O percurso
Parada a parada
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1
Mesquita de Hajjah FatimahA mesquita que uma mulher de negócios ergueu onde ladrões incendiaram sua casa.
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2
Istana Kampong GelamO palácio do sultão que assinou com Raffles o acordo que deu origem à Singapura moderna.
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3
Mesquita do Sultão (Masjid Sultan)Cúpulas douradas que, segundo se conta, levam na base fundos de garrafa doados pelos mais pobres.
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4
Mesquita Abdul GafoorUm sol de vinte e cinco raios com os nomes dos profetas coroa a porta desta mesquita de Little India.
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5
Templo de Sri VeeramakaliammanO templo de Kali, a deusa do colar de caveiras, que abrigou os vizinhos durante os bombardeios.
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6
Casa de Tan Teng NiahA última vila chinesa de Little India, pintada com todas as cores do arco-íris.
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O que você vai descobrir
Sultões, mercadores e deuses: de Kampong Glam a Little India
O tratado de 1819
O acordo com o sultão Hussein que permitiu aos britânicos se instalarem na ilha, e o palácio que ele recebeu em troca.
Mulheres e mecenas
Uma armadora de Malaca, um escrevente de advogados e um fabricante de doces que deixaram sua marca em pedra.
Bairros por decreto
Como o plano colonial deu um bairro a cada comunidade, e como essas comunidades o tornaram seu.
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