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Medellín · História

Da vila de La Candelaria à cidade do trem

Este roteiro acompanha a cidade enquanto ela cresce: da capela de palha do sítio de Aná aos palácios do belga Agustín Goovaerts, do mercado de Guayaquil à estação de trem que ligou Medellín ao mundo. Termina no Parque San Antonio, onde a cidade decidiu lembrar suas vítimas em vez de apagar a ferida. Faça de dia: o centro é intenso e, depois que escurece, é melhor não se demorar.

  • 6 paradas
  • 2 km
  • 1 h 45 min
  • Grátis
Fotografia antiga da praça principal de Medellín com casas de sacada

O percurso

Parada a parada

  1. 1 Basílica de Nossa Senhora da CandeláriaA igreja que deu nome à vila: Medellín começou aqui, muito antes de ser cidade.
  2. 2 Palácio da Cultura Rafael Uribe UribeUm palácio gótico de faixas claras e escuras que nunca foi concluído: só uma parte do projeto saiu do papel.
  3. 3 Palácio NacionalCorreios, tribunais e quartéis num palácio de concreto dos anos 1920 que hoje é um shopping.
  4. 4 Praça de Cisneros e edifícios Vásquez e CarréO antigo coração de Guayaquil, o bairro do mercado e do trem, transformado numa floresta de luzes.
  5. 5 Antiga Estação Medellín da Ferrovia de AntioquiaA estação que, depois de quarenta anos de obras, tirou Medellín do isolamento entre as montanhas.
  6. 6 Parque San Antonio e os pássaros de BoteroDois pássaros de bronze, um despedaçado e outro inteiro: o jeito que Medellín escolheu para lembrar seus mortos.

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O que você vai descobrir

Da vila de La Candelaria à cidade do trem

A fundação, no lugar certo

Você começa onde a vila foi criada em 1675, diante da primeira paróquia da cidade.

Arquitetura dos anos 1920

Dois palácios de Goovaerts e os edifícios de Carré mostram a ambição de uma cidade que se industrializava.

Memória sem sensacionalismo

A última parada lembra o atentado de 1995 a partir das vítimas e da decisão de não esquecer.