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Quioto · História

Xoguns, imperadores e samurais: mil anos de poder em Quioto

Quioto foi a capital do Japão por mais de mil anos, e o seu centro ainda guarda as marcas de quem disputou o poder: imperadores que reinavam sem governar, xoguns que governavam sem reinar e samurais dispostos a tudo. Você vai caminhar do castelo de Nijō ao recinto do Palácio Imperial e, depois, em direção ao rio Kamo, para terminar no mercado que alimenta a cidade há séculos.

  • 6 paradas
  • 4,6 km
  • 2 h 30 min
  • Grátis
O portão Kenreimon do Palácio Imperial de Quioto, com telhado de casca de cipreste e muros com linhas brancas

O percurso

Parada a parada

  1. 1 Castelo de NijōO castelo onde se instalou o primeiro xogum Tokugawa e onde o último anunciou o fim da sua dinastia.
  2. 2 Portão Hamaguri-gomonUm portão que se abria como um marisco no fogo e que, em 1864, levou os tiros de uma batalha.
  3. 3 Palácio Imperial de Quioto: portão KenreimonO portão mais solene do palácio onde os imperadores viveram por mais de cinco séculos, que só eles e os chefes de Estado atravessam.
  4. 4 Templo Honnō-jiO templo que dá nome à traição mais famosa do Japão, com o túmulo memorial de Oda Nobunaga.
  5. 5 Ponte Sanjō ŌhashiO fim da Tōkaidō, a estrada que ligava Quioto a Edo, sobre um rio onde se expuseram cabeças de samurais.
  6. 6 Mercado de Nishiki e Nishiki TenmangūA «cozinha de Quioto»: uma viela de mercado salva por um pintor, que termina num santuário com um torii encravado nos prédios.

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O que você vai descobrir

Xoguns, imperadores e samurais: mil anos de poder em Quioto

O castelo do fim de uma era

Nijō, onde Tokugawa Ieyasu se instalou em 1603 e onde, em 1867, o último xogum anunciou que devolvia o poder ao imperador.

Marcas de bala num portão

O Hamaguri-gomon ainda guarda as marcas da batalha de 1864, quando os samurais de Chōshū tentaram tomar o palácio.

A traição de Honnō-ji

O templo onde Oda Nobunaga morreu em 1582 e o lugar para onde Hideyoshi o transferiu, com o túmulo memorial do grande unificador.