Santiago do Chile em um diaDos morros à memória
Comece cedo com «Do morro Santa Lucía à casa de Neruda»: suba o morro, desça até Lastarria, passe por Bellas Artes e termine em La Chascona e no funicular de Bellavista. Almoce uma paila marina, a sopa de frutos do mar de verdade. À tarde, é a vez de «De Valdivia à estação do Centenário», da Casa Central da Universidade do Chile ao Mercado Central. No fim do dia, «A Santiago dos terremotos, do fogo e da memória» termina em Londres 38 e, de novo, em Santa Lucía. Jante um pastel de choclo.
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De manhã
Do morro Santa Lucía à casa de Neruda
- Morro Santa LucíaO penhasco onde Santiago começou, transformado num jardim de terraços, fontes e castelos com vista para a cidade inteira.
- Bairro Lastarria e praça Mulato Gil de CastroRuas de paralelepípedo, casarões recuperados, cafés e museus no bairro mais boêmio do centro de Santiago.
- Museu Nacional de Belas ArtesUm palácio inspirado no Petit Palais de Paris, com uma cúpula de vidro de 115 toneladas, erguido para o Centenário do Chile.
- Fonte AlemãO presente de bronze da comunidade alemã para o Centenário: um barco alegórico que navega rumo ao futuro do Chile.
- La Chascona, casa de Pablo NerudaA casa que Neruda ergueu em segredo para Matilde Urrutia na encosta do San Cristóbal, com jeito de barco e nome de cabeleira.
- Funicular do morro San CristóbalUm funicular de 1925 que sobe a encosta do San Cristóbal até a grande Virgem branca que vigia Santiago.
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Almoço
Prove Paila marina e caldillo de congrio em Mercado Central. Ismael Valdés Vergara 900, Santiago
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À tarde
De Valdivia à estação do Centenário
- Casa Central da Universidade do ChileO primeiro grande edifício da Alameda, erguido para a universidade fundada por Andrés Bello e marcado por um episódio trágico em 1938.
- Palácio de La MonedaNasceu para cunhar moedas, virou a casa dos presidentes e, em 11 de setembro de 1973, foi bombardeado pelo ar.
- Casa ColoradaO casarão colonial mais bem conservado do centro, lar do conde que presidiu a Primeira Junta de Governo de 1810.
- Plaza de ArmasO ponto onde Pedro de Valdivia traçou Santiago em 1541, cercado pela catedral, pela antiga Real Audiência e pelo quilômetro zero do Chile.
- Mercado CentralUm galpão de ferro fundido na Escócia que alimenta Santiago desde 1872 com peixes, frutos do mar e cozinha popular.
- Estação MapochoA estação de trem construída para o Centenário, que hoje recebe livros, shows e feiras no lugar das locomotivas.
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Ao entardecer
A Santiago dos terremotos, do fogo e da memória
- Jardins do antigo Congresso NacionalSob este jardim ficava a igreja da Companhia, onde, em 1863, um incêndio matou cerca de duas mil pessoas em pouco mais de uma hora.
- Igreja de San Agustín e o Cristo de MaioUm crucifixo que sobreviveu ao terremoto de 1647 com a coroa de espinhos caída no pescoço e uma lenda que o liga à temida Quintrala.
- Igreja de São FranciscoO edifício mais antigo de Santiago, erguido para guardar a virgem que Pedro de Valdivia trouxe na sela do cavalo.
- Londres 38, espaço de memóriaNuma rua com ar parisiense, um casarão que a polícia secreta da ditadura usou como centro de detenção e tortura.
- Morro Santa LucíaO penhasco onde Valdivia fundou Santiago guarda o túmulo do homem que o transformou em jardim e a memória dos mortos a quem se negou um cemitério.
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Jantar
Prove Pastel de choclo em Galindo. Dardignac 098, Bellavista, Providencia
